Minha história
Antes de estudar como as empresas são encontradas, fui faxineiro industrial, técnico de enfermagem e aprendi a gravar e editar vídeos, e tudo isso, de algum jeito, continua aqui
- Belém
- Palmas
- Tucuruí
- Belém
- Palmas
1998
Belém e Palmas
Paraense de nascimento, tocantinense de construção

Nasci em Belém do Pará, em 1998, e antes de completar dois anos a minha família se mudou para Palmas, no Tocantins, onde passei a infância e boa parte da adolescência.
Lá pelos meus 12 anos voltei para o Pará, morei um ano e meio em Tucuruí, passei uns meses em Palmas de novo e depois fiquei dois anos em Belém, até voltar para Palmas de vez, e estou aqui até hoje, é onde moro e trabalho.
Estudei em escola pública e em escola particular e cresci numa casa com princípios, com uma mãe sempre presente e indo à igreja desde pequeno.
Depois do
ensino médio
Quando a vida pediu outra prioridade
Quando terminei o ensino médio, passei no curso de História na universidade federal, só que naquele momento a nossa casa precisava de mais alguém trabalhando, e eu precisei deixar o curso para ajudar a pagar as contas.
Minha irmã mais velha, a Thayná, estava na faculdade, então minha mãe e eu trabalhávamos para que ela conseguisse terminar o curso.
Dois anos e meio
na torneadora
Um peão industrial
Meu primeiro trabalho de verdade foi numa torneadora, uma metalúrgica pesada, onde passei dois anos e meio como faxineiro industrial, e eu brinco que era um peão industrial, porque o dia era no meio de caminhões, escavadeiras, retroescavadeiras e outras máquinas grandes.
Era um trabalho puxado, e foi com ele que comecei a pagar o meu curso técnico de enfermagem, enquanto ajudava em casa.
Trabalho não perde valor porque não aparece

Pandemia
e plantões
Cuidar de alguém de verdade
Logo que me formei técnico de enfermagem veio a pandemia, e o meu primeiro trabalho na saúde foi em home care, por cerca de seis meses, sozinho com o paciente e responsável por ele, um dos trabalhos mais difíceis que já tive.
Depois vieram os hospitais, cheguei a ter dois empregos ao mesmo tempo e passei pela internação, pela UTI covid, pela sala de medicação e pela imobilização ortopédica.
Cuidar de algo exige método, atenção e honestidade sobre o estado das coisas





Ao mesmo tempo
a Diamantino
A agência da família
Enquanto isso, eu ajudava na agência da minha irmã, a Diamantino, trabalhando em dois empregos para dar fôlego ao caixa da empresa e ajudar em casa, até que a agência se estabeleceu e a gente pôde largar a CLT para empreender. Minha mãe saiu primeiro e assumiu de vez a parte de copy e estratégia, e logo depois fui eu.
Entrei como administrador, cuidando de pagamentos, cobranças e precificação, e com o tempo as gravações começaram a pedir mais uma mão. Eu já tinha alguma noção de câmera, por ter crescido perto do audiovisual, mas foi ali que estudei de verdade, fui melhorando as filmagens e as cenas e, quando vi, já estava gravando sozinho.
A demanda de vídeos e de artes cresceu e eu comecei a editar. A Thayná, que até hoje fotografa melhor do que eu, ficou com as artes, que sempre foram o nosso forte, eu fiquei com os vídeos e minha mãe com os textos e roteiros, e foi assim que a gente se organizou.
Houve um período em que perdemos vários contratos de uma vez, e a gente continuou trabalhando.
De 2022
a 2024
O pedido que virou método
Em 2024, uma cliente nos fez um pedido, queria aparecer no topo do Google Maps e não conhecia ninguém em quem confiasse para isso. Mexer na presença digital de uma empresa exige acesso e confiança, e como ela confiava na gente, me pediu para estudar o assunto.
Comprei um curso e mergulhei no SEO local. Desde o fim de 2022, quando o ChatGPT estourou, eu acompanhava essa mudança e, observando o comportamento das pessoas, fui percebendo que só a pesquisa no Google já não seria suficiente, então comecei a procurar notícias, estudos e estatísticas e vi surgir nomes novos para coisas que eu já vinha observando.
Ao mesmo tempo, passamos a vender o serviço de localização para outros clientes, e por ser recorrente, diferente de uma campanha, que é pontual, isso trouxe uma estabilidade muito grande para a empresa. Depois vieram os sites, porque os clientes precisavam, e comecei a aplicar neles as estratégias de orgânico. Conforme as inteligências artificiais foram surgindo, fui atualizando os perfis, os sites e os conteúdos dos nossos clientes, e a estratégia foi ganhando forma.
Foi assim que nasceu o Tráfego IA, e contei os detalhes em como surgiu o Tráfego IA.
Hoje
Estratégia para o médio e o longo prazo
Hoje sou sócio-diretor e estrategista chefe da Diamantino, a Thayná continua fazendo parte do time e estamos numa nova etapa: ser uma agência de estratégia digital de médio e longo prazo, para empresas que pensam no futuro e não querem apenas apagar fogo.
Em paralelo, sigo estudando o Tráfego IA, escrevendo e produzindo o Ouviremos.

Fora do
trabalho
Também gosto de construir com as mãos
Já pedalei bastante e, por hobby, também fui marceneiro, gosto de construir coisas com as mãos.




